segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Ai que vida!, Brasil, 2008, 100 min
Direção: Cícero Filho
Roteiro: Cícero Filho e Diógenes Macêdo

Wendell Borges - Filme visto dia 01/02/2010

Cotação
Força estética: ½

Comentário: Este filme realizado no Piauí e no Maranhão ao custo de R$ 30.ooo reais alcançou um grande êxito de público em vários cinemas do nordeste segundo informações colhidas no site overmundo. Com a repercussão do feito, o diretor e roteirista maranhense Cícero Filho, autor também da letra da canção "Ai que Vida" que encabeça a trilha sonora do filme, foi convidado para uma entrevista no Programa do Jô Soares e pode divulgar ainda mais seu trabalho em território nacional. O filme é simples, daqueles trabalhos de gosto popular, com atores amadores e feito à base de muita força de vontade.

O humor é típico dos comediantes nordestinos e alguns se assemelham bastante com o estilo humorístico dos cearenses. Feliciano Popó na pele do prefeito Zé Leitão e Antonia Catingueiro na pele da desbocada Cleonice são os humoristas que roubam a cena sempre que surgem, há um triângulo amoroso composto por Charleni, Jerad e Valdir, interpretados respectivamente por Irisceli Queiroz, Welligton Alencar e Rômulo Augusto. O filme tem suas falhas, mas é tão gostoso de se assistir, com personagens tão cativantes que vale a pena ser divulgado e visto.

Outra personagem que se destaca por seu humor brejeiro e popular é a personagem Mona, interpretada por Sara Castro. Ela é a companheira inseparável de Charleni.




Locações: As filmagens foram feitas nas cidades de Amarante e Teresina, no Piauí; Poção de Pedras, Esperantinópolis, Timon e São Francisco do Maranhão, no Maranhão

Sinopse: Em meados dos anos de 1990, a fictícia cidade de Poço Fundo, no interior do Nordeste, está vivendo um verdadeiro caos em sua administração pública. O Prefeito Zé Leitão (Feliciano Popô) é um corrupto de mão cheia, capaz de tudo pelo dinheiro, seu egoísmo é a sua principal característica.

Zé Leitão já governa Poço Fundo há quatro anos, mas nada fez pela cidade em seu mandato. A população não consegue enxergar as coisas ruins que o prefeito faz. São iludidos com as falsas palavras de Zé Leitão e subestimados com os “programas sociais” que são realizados em seu mandato. Visto isto, a micro-empresária Cleonice da Cruz Piedade (Antonia Catingueiro) se revolta com os absurdos administrativos de seus governantes e decide “acordar” o povo sobre a atual situação da cidade. Ela luta pelos direitos do seu povo e começa a arrastar multidões em seus claros discursos, tornando-se assim querida por toda a população da cidade.

O filme também conta com uma segunda vertente: o triângulo amoroso entre Jerod (Welligton Alencar), Valdir (Rômulo Augusto) e Charleni (Irisceli Queiroz). O filme do cineasta poço-pedrense Cícero Filho tem estreou em 14 de Setembro de 2008 no Maranhão.


Sites pesquisados
1. Overmundo e Overmundo: O Filme Piauiense em detalhes
2. http://www.sinpoljuspi.com.br/noticia.php?id=301
3. Blogue do Cícero Filho
4. Notícias de Floriano


Vídeos no You Tube




Clipe "Ai que Vida"




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