domingo, 6 de junho de 2010


Pânico no deserto
de Dave Payne, Reeker, 2005, EUA, 90 min

Filme visto dia 05/06/2010

Cotação
Força estética:


Comentário [Com spoilers!!!]: Filme prende a atenção, mas decepciona com um absurdismo ao final que não condiz muito com o clima criado. Afinal de contas o que era aquela criatura do filme? As vítimas imaginaram tudo aquilo? Muitas perguntas, poucas respostas e mesmo o clima criado não gera medo, apenas uma certa inquietação e nervosismo. Não é um trabalho ruim, há valores no filme como a boa construção do mistério, mas as atuações e a revelaçao final decepcionam. Eles bem que poderiam ter explorado melhor a beleza de Arielle Kebbel, jovem atriz considerada uma das 100 mulheres mais sensuais de 2008, mas ela tem um papel secundário e pouco aparece (uma ressalva aqui apenas para a cena em que ela morre no banheiro que é uma das melhores do filme). Um segundo longa foi realizado em 2008 com o título No Man's Land: The Rise of Reeker, mas com trama anterior aos acontecimentos desta, sendo uma espécie de Prequel. Li em alguns sites algumas explicações para a trama e para a resolução, como a de que eles estariam numa espécie de dimensão paralela entre a vida e a morte, referência ao Motel Halfway na qual se passa a maior parte da trama, fato este que explica algumas coisas, mas mesmo assim não salva a construção geral do filme como proposta de Horror/Suspense. Ficou no quase.


Sinopse: Cinco estudantes cruzam o deserto de carro para participar de uma "rave" que promete ser a maior festa da temporada. Eles são o irresponsável Trip, seu grande amigo Nelson, a simpática loirinha Cookie, a séria Gretchen, e seu colega Jack. Quando Gretchen descobre que Trip está levando droga (Ecstasy/MDMA) para a festa, ela fica indignada e dá meia volta com o carro para deixar o rapaz no hotel em que haviam passado pela estrada. Porém, tudo está misteriosamente abandonado. Não há mais gasolina, nem telefone que funcione. Obrigados a passar a noite no deserto, eles aos poucos descobrem que o lugar é uma espécie de conexão entre o mundo dos mortos e dos vivos.



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